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Ela fora uma menina muito esperta, aprendendo tudo com facilidade e se esmerando na prática do que fazia, tanto no lar como na escola.

Quando jovem estava muito à frente de sua idade, recebendo carinho e respeito pelo seu comportamento e pela integridade moral.

Formou-se professora primária e chamava a atenção pela competência, dedicação e carinho para com as crianças.

Dizia estar feliz com a escolha realizada e sonhava com a possibilidade de um dia poder dirigir a sua própria escola.

No templo religioso a que estava vinculada, evangelizava crianças com tanto carinho e esmero, que as conquistava para Jesus, de imediato.

No entanto, sua vida trazia planos mais urgentes e determinados, que precisavam ser realizados.

Ao se casar, com alegria esperou pelo seu primeiro filho, que chegou trazendo consigo necessidades especiais.

Imprescindível sua presença junto ao pequeno, totalmente dependente, em tempo integral.

Suspendeu seus planos anteriores, programando e mantendo apenas as suas atividades espirituais no templo.

Buscou, desde então, utilizar seus dons, aprendizados, paciência e dedicação junto ao pequeno, que se tornou seu maior tesouro.

Décadas rolaram, e sua vida continuou sendo totalmente entregue ao filho.

Quando lhe perguntavam sobre os sonhos da juventude, apenas dizia que na vida é necessário distinguir e optar para o que é essencial, entre tudo o mais, que se torna acessório.


Nem todos conseguimos ter essa clareza de visão.

Muitos damos mais valor para o que é acessório, do que para as coisas que são realmente essenciais.

Inadiável identificarmos o que é essencial, o que é realmente importante para nós.

Devemos ter plena consciência de que o essencial sempre ocupará posição mais destacada e decisiva em nossas vidas.

O essencial se realçará em nosso sentimento, mesmo que o acessório possa ter melhores aparências materiais.

Focar no que é essencial é elevarmos ao máximo nosso potencial de contribuição a algo, ou alguém.

Importante sermos uma pessoa que valoriza a essência, e não a simples aparência dos fatos e da vida.

É mais producente cultivarmos os valores reais do que nos tornarmos um mito vazio, em um mundo de ilusões.

Quando abandonamos o que nos é essencial, perdemos a identidade.

Vivemos em grandes conflitos, porque colocamos a nossa vontade à frente da vontade divina.

É sinal de humildade deixar o Senhor conduzir nossa vida, porque sozinhos nada somos, nem podemos.

Aceitando a vontade de Deus em nossas vidas, tudo se torna simples, porque Deus é Pai de amor, justiça e caridade.

Ele só nos pede as coisas essenciais, só Ele sabe o que é melhor para cada um de nós.

Deus é a puríssima essência. Ter foco no que é de fato essencial envolve aparentemente perder, para efetivamente ganhar.

O segredo da vida não é ter tudo que se quer, mas aceitar e amar tudo que Deus nos propõe. É atender o projeto de Deus para nós.

Amar a Deus, a nós mesmos e ao próximo é sentir o sol brilhando mesmo em um dia chuvoso.

Amar é ser feliz ao lado de quem se ama, não importando as condições do ser amado.

Redação do Momento Espírita.