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Quem não sofreu contratempos? Eles surgem em todos os caminhos.

Algumas vezes nos preparamos para uma festa importante. Consumimos um tempo imenso providenciando tudo que acreditamos necessário para o momento.

Aí, na hora de irmos à festa, desaba um temporal. Ou nos ocorre um mal súbito, que nos impede de comparecer.

Ou cancelam a festa, por razões que não podemos evitar.

Outras vezes programamos uma viagem, em todos os detalhes.

Tudo está preparado: roupas, apetrechos, passagens, reservas econômicas, documentos.

Então, surgem os contratempos: greve no local de saída ou nos de chegada.

Ou problemas mecânicos que não permitem o embarque, impedimentos meteorológicos que impedem o prosseguimento da rota.

É comum ficarmos irritados, agressivos, frustrados.

Ou então nos julgarmos vítima dos azares do destino, nascidos sob uma estrela má, uma sorte madrasta.

Isso porque tudo dá errado conosco. É sempre assim, comigo, afirmamos.

Nesses momentos, é bom parar para pensar. Existem pessoas, em outros lugares do mundo, que estão impedidas de realizar os seus programas, em caráter definitivo.


Isso porque irrompeu um furacão, aconteceu um acidente grave, desabou uma tempestade, precisou se submeter a uma cirurgia de emergência.

Pensemos que vivemos em um mundo onde, pelas condições planetárias, existem cataclismos, terremotos, maremotos, vulcões, tufões, vendavais.

Se apenas tenhamos sofrido contratempos com eles, sem que tenhamos perdido a saúde, sofrido a morte de um ente querido ou deixado o corpo, devemos nos sentir felizes.

Devemos reconhecer que, ante grandes tragédias, que significa o nosso contratempo? O não termos gozado as férias, não termos realizado o passeio conforme planejado?

Por isso, como o Criador sabe do compromisso que temos e do nosso anseio de participar disso ou daquilo, é de refletirmos por que ele não providenciou para que tudo acontecesse conforme queríamos.

Meditemos fria e profundamente nesses porquês da Divindade.

Quando surjam contratempos em nosso caminho, não nos desesperemos.

Se não pudemos participar da festa, se perdemos um compromisso, um acontecimento especial qualquer, sem que tenha sido por nossa negligência, pode significar que não era tão importante.

Naturalmente que ficaremos frustrados, de início. Raciocinemos, no entanto. Pensemos que as Leis do Criador refletem a Sua perfeição.

Talvez o fato de não termos podido participar do evento, ou de não chegarmos a tempo em algum lugar, signifique que Deus nos poupou de uma situação mais difícil.

Ou então, Ele está nos oferecendo oportunidade de treinar confiança e harmonia íntima perante quaisquer ocorrências da vida, em favor do nosso amadurecimento espiritual.

Pensemos nisso!

*   *   *

Com Jesus aprendemos que Deus está atento a cada folha que cai, a cada flor que desabrocha, a cada gesto da natureza da qual fazemos parte.

Sendo assim, aprendamos a ver nos contratempos não buscados, nem provocados por nós, a ação equilibradora da Divindade.

Tenhamos sempre em mente que nada é essencialmente importante para o nosso progresso espiritual a não ser a nossa crescente integração no espírito da vida.

Sendo assim, relaxemos e sejamos felizes.

 Redação do Momento Espírita, com base no cap. 5, do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. FRÁTER.