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Há quem pense que o Criador, por vezes, sentencia Suas criaturas a sofrimentos eternos.

Contudo, tanto quanto se pode perceber, o Pai Celestial se manifesta através de leis que expressam ser Seu objetivo o bem supremo.

Essas leis podem ser observadas mesmo nos processos rudimentares do campo físico.

O fogo é agente precioso da evolução, nos limites em que deve ser conservado.

Entretanto, se colocamos a mão no braseiro, é natural que venhamos a sofrer dolorosas consequências.

A máquina é parte acessória do progresso.

Mas em mãos que não a saibam manusear, pode se converter em instrumento de destruição.

Negligência, imperícia ou indisciplina na sua utilização causam resultados desastrosos.

Ocorre o mesmo nos planos da consciência.

Na matemática do Universo, o destino sempre dá para a criatura o que ela lhe der.

É inútil que autoridades de um ou outro princípio religioso pintem o Todo Poderoso com as tintas das paixões humanas.

Com frequência, ouvimos interpretações que assemelham Deus a um soberano rodeado de púrpura e riquezas.

A alguém que fica simplesmente governando Seus súditos à distância.

Leia mais: Nas leis do destino

Quanto bem existirá na Terra? Quando as manchetes nos enchem os olhos e os ouvidos com as histórias de violência e maldade que atingem tantas pessoas, nos indagamos se haverá alguém em quem possamos confiar.

Quando ouvimos falar de pessoas simples, que se deixaram enganar, na tentativa de solucionar seus problemas; quando nos relatam tantas ações ruins que ocorrem, todos os dias, quase desacreditamos que haja pessoas boas nesta Terra.

E, no entanto, o que falta é a imprensa escrita, falada, televisionada lançar sua atenção para outro lado e focar nas coisas boas deste mundo. E são muitas.

Enquanto o mal alcança a mídia e as redes sociais, transmitido, postado e replicado, uma enorme rede de bondade silenciosamente se estende pelo mundo.

Basta que uma dificuldade se apresente e muitas mãos, mentes e corações se voltam, na tentativa de auxiliar. E, conforme a exortação evangélica de a mão esquerda não saber o que oferece a direita, tudo fazem de forma anônima, sem alarde.

Aquela adolescente, de apenas dezesseis anos, aprendeu isso, por experiência própria. Ela se entregara à prostituição porque entendera ser a forma mais rápida de obter os recursos de que sua família precisava.

Assim, conseguia colocar comida à mesa, e medicamentos, e roupas. Ninguém a aconselhara, de forma diferente. Ou lhe sugerira outro caminho.

Mesmo quando se descobriu grávida, continuou nas ruas. Embora o ventre fosse mostrando, paulatinamente, a gestação que avançava, ela não viu diminuírem seus clientes.

Até o dia em que foi abordada por um policial. Estranhamente, ele a convidou para ir à sua casa. E ali lhe ofereceu abrigo, alimentação, todo o apoio de que precisasse, para ela e para o filho que estava a caminho.

Leia mais: Espalhando o bem

Qual será a ponte mais importante do mundo?

Possivelmente, muitas imagens de megaconstruções tenham passado pela nossa mente neste instante. Seguramente, nenhuma delas é a mais importante, embora todas sejam úteis.

Agora imaginemos uma mãe com seu bebê no colo.

Imaginemos o neném sugando o leite materno enquanto a mãe o acaricia e o envolve em carinho.

Sem dúvida, uma imagem divina!

Imaginemos uma criança deitada sobre o peito de seu pai, enquanto ele passa suavemente a mão sobre suas costas.

Outra cena comovente, com certeza.  

Mas, afinal de contas, o que isso tem a ver com a ponte mais importante do mundo?

Tem, e muito.

Esses pequenos gestos são os alicerces que sustentarão a ponte mais eficiente e mais importante da vida: a ponte do diálogo.

Muitos pais desconhecem que é desde os primeiros dias de vida de seus bebês que a ponte do diálogo deve ser iniciada.

Leia mais: A ponte mais importante

Em uma grande cidade do Brasil, um garoto de oito anos crescia sob os cuidados do irmão, apenas dois anos mais velho que ele. Os pais trabalhavam o dia todo. E ele apresentava dificuldades na escola.

Sua professora, ao invés de incentivá-lo a melhorar, expunha seus problemas para a classe, de maneira zombeteira. Acabou dizendo para a mãe que ele não tinha jeito mesmo.

O garoto, sentindo-se cada vez mais incapaz, repetiu pela segunda vez o mesmo ano escolar. Revoltado, assaltou a cantina da escola com um revólver de brinquedo. Isso lhe valeu a expulsão da escola.

Sem obrigações, passou a ficar na rua o dia todo, junto a outros garotos desocupados. Assaltavam pessoas, roubavam carros, usavam drogas.

Tempo depois, alguns de seus colegas de crime perderam suas vidas, em função de dívidas com traficantes. Ele imaginou que poderia ser o próximo.

Com medo, procurou uma educadora, que criara uma Fundação no bairro onde morava. Ela ensinava idiomas e música aos jovens carentes.

Ela o aconselhou a sair das ruas. Para ajudá-lo a passar o tempo, emprestou-lhe um livro.

Era o primeiro livro que ele lia em sua vida, mas foi o suficiente para conquistá-lo.

Leia mais: A real decisão de mudar