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André Luiz

Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para com o Senhor.

Só o Espírito possui eternidade.

Distanciar-se do partidarismo extremado.

Paixão em campo, sombra em torno.

Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política, nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.

O despistamento favorece a dominação do mal.

Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.

O discernimento é caminho para o acerto.

Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos. O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.

Não comerciar com o voto dos companheiros de ideal, sobre quem a sua palavra ou cooperação possam exercer alguma influência.

A fé nunca será produto para o mercado humano.

Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.

Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.

Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial.

A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana.

“Nenhum servo pode servir a dois senhores”. — Jesus. (LUCAS, 16:13.)

(Extraído do livro Conduta Espírita – Espírito André Luiz – médium Waldo Vieira)

Vivemos na atualidade momentos de grande materialismo e inversão de valores e, por isso, doenças espirituais profundas têm se disseminado de forma jamais vista, como é o caso da depressão, que já é considerada o grande mal do século XXI, assumindo proporções epidêmicas nestes momentos conturbados que a Humanidade tem passado.

A depressão é uma doença espiritual profunda e, enquanto o Ser Humano estiver nesse caminho no qual o que importa são os prazeres imediatos em detrimento das questões mediatas do Espírito imortal, estará às voltas com esse mal, cuja superação está em uma sintonia com os valores essenciais da Vida.

Tudo no Universo nos convida ao amor, ao bem, ao bom, ao belo, à alegria, à felicidade. Basta observar a natureza em torno de nós. O Sol que nasce e se põe diariamente em miríades de cores deslumbrantes, os pássaros com seus cantos maviosos, as flores embelezando o caminho, toda a natureza em festa, expressando o infinito amor de Deus por todas as Suas criaturas.

E o depressivo o que faz: vira as costas a tudo isso para dar vazão a um processo de rebeldia frente à Vida porque não vive apenas situações agradáveis da forma como gostaria, como se num planeta de expiações e provas como o nosso pudéssemos viver apenas situações agradáveis, que ainda não fizemos por merecer.

Leia mais: A Tragédia da Depressão

No estágio evolutivo em que nos encontramos, é possível que um dia adoeçamos na infância, na adolescência, na mocidade ou na velhice.

São raros os que adquirem a cura integral, porque está vem de dentro para fora, melhorando a alma, equilibrando a mente e harmonizando o corpo, já que não existe corpo sadio sem mente sadia.

Toda ação medicamentosa, seja por via oral ou através dos poros, dos comprimidos, das injeções, dos remédios alopáticos, homeopáticos, fitoterápicos, imposição das mãos ou cirurgias, poderá nos ajudar, aliviar, melhorar ou curar. Contudo, os verdadeiros males procedem do coração, porque toda prática do mal opera lesões imediatas em nossa consciência, desajustando, desarmonizando os chácras ou plexos. Ao reencarnar, conduzimos os remanescentes de nossas faltas, quais raízes congênitas dos males que nós mesmos plantamos. Como a vida foi, é e  será sempre o resultado de nossa própria escolha, cada um é livre para entrar pela porta estreita ou pela porta larga, ou seja, a porta da salvação ou a porta da perdição. Assim, aqueles que não querem melhorar pelo amor, um dia melhorarão pela dor-evolução, pela dor-expiação ou pela dor auxílio. (1) Como regenerar a saúde integral de pessoas que vivem desanimadas, desorientadas, pessimistas, revoltadas, inconformadas, irritadas, ou são ambiciosas, avarentas, maledicentes, preguiçosas, desocupadas, mal-intencionadas, descaridosas, mentirosas, indiferentes, imprudentes ou desumanas?

Leia mais: Mensagem para os enfermos do corpo, da mente e da alma

Princípios essenciais transmitidos por Jesus à Humanidade

Os princípios essenciais transmitidos por Jesus à Humanidade estão claramente expostos nos Evangelhos, escritos e reescritos por dois de seus discípulos diretos (Mateus e João) e por outros  dois, que colheram o que expuseram dos apóstolos diretos e da Mãe Santíssima (Lucas e Marcos).

Além dessas quatro obras essenciais, aprovadas desde os primeiros séculos do Cristianismo pela Igreja primitiva, vários outros Evangelhos foram escritos por diversos autores, entretanto, não tiveram a aceitação e a aprovação da generalidade dos cristãos.

Jesus não deixou qualquer escrito sobre os seus ensinos, transmitidos oralmente aos seus discípulos e ao povo em geral. Mas os Evangelhos enunciam, com toda clareza, os princípios básicos de sua Doutrina, transmitidos aos que procuraram segui-lo, desde os dias de sua presença entre os homens, até a época atual.

Eis o que se entende claramente de suas lições, reafirmadas posteriormente pelo Consolador que Ele pediu ao Pai fosse enviado aos homens, o qual já se acha presente junto à Humanidade, desde os meados do século XIX:

a) a paternidade universal de Deus, o Criador de tudo o que existe;

b) todas as conseqüências morais daí resultantes, inclusive a improcedência do politeísmo, até então dominante no mundo ocidental;

c) a eternidade da vida, que permite a cada Espírito a busca da perfeição (“o Reino de Deus”);

d) toda a Religião e toda a Filosofia resumidas numa só palavra: amor.

Leia mais: O Cristo e sua Doutrina