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- Bondoso Lupércio - reclamava Eulália ao mentor espiritual numa reunião mediúnica - por que essa doença insidiosa que prende meu filho ao leito há mais de cinco anos?

- É o seu carma, uma expiação programada pela Justiça Divina.

- Não seria mais fácil pagar seus débitos desfrutando da plenitude de movimentos, participando dos serviços assistenciais do Centro?

- O problema é que, envolvido num processo de fascinação, ele, além de comprometer-se no crime, desenvolveu tendências viciosas que fatalmente ressurgirão se experimentar liberdade de locomoção. A prisão no leito é um precioso recurso educativo em seu benefício.

- E quanto ao obsessor? Não responde pela influência nefasta que exerceu sobre ele?

- Sem dúvida. Um escritor famoso afirmou numa de suas obras que somos responsáveis por aqueles que cativamos (Saint-Exupery em "O Pequeno Príncipe"). De certa forma os obsessores cativam suas vítimas, na medida em que se seduzem com suas sugestões, levando-as às iniciativas que desejam. São co-responsáveis, portanto, em seus desatinos.

- Se assim acontece, não seria justo que o obsessor estivesse junto de meu filho, com o compromisso de ajudá-lo?

- É o que vem fazendo, com intensa dedicação.

- Poderíamos evocá-lo nesta reunião?

- Impossível.

- Não está por perto?

- Está entre nós.

- Por que, então, a impossibilidade?

- O obsessor é você.

Tivéssemos o dom de conhecer o passado e identificaríamos com espantosa frequência os fascínios de ontem em dolosas experiências de hoje.

Enfrentam problemas mentais, limitações físicas, carências e dificuldades, relacionados com a semeadura de males que efetuaram a partir do momento em que vivenciaram as fantasias sugeridas pelos obsessores.

Leia mais: Obsessão


Um leitor revela suas dúvidas sobre a vida além-túmulo:

Tenho lido que a pessoa tende a ver-se em situações relacionadas à sua maneira de ser.

Fico pensando onde ficará, e o que verá, a mãe de minha mulher que, para minha desdita, mora comigo.

Induz-me a imaginar que feliz foi Adão – não tinha sogra.

Varre a casa várias vezes ao longo do dia. Fica louca com pó nas estantes. Faca no lugar dos garfos, na gaveta, estraga o seu dia e, também, o nosso.

Não se pode comprar mais de dez pães – é exagero. Pão francês, dos pequenos. Se for grande, briga, não come, e vai reclamar dois dias.

Bate portas, dá indiretas e vive me cutucando. Briga por qualquer motivo e até sem motivo nenhum. Critica, bufa, suspira, faz ai-ai, embora viva a evocar Deus, pedindo calma, paciência e resignação!

Não para por aí.

São numerosas as regras e frequentes as brigas, por insignificâncias.

Um dia, para agradá-la, quis fazer surpresa.

Varri a casa, passei pano molhado no chão, depois pano seco para tirar o pó que restou (obrigatório). Limpei os móveis, arrumei a cama, passei, cuidadosamente, o pano no vidro da mesa – Deus nos acuda, se ficarem marcas de dedos!

Leia mais: O Futuro da Sogra

 A jovem era devota de Antônio de Pádua.

Orava, genuflexa, diariamente, reiterando rogativas:

– Abençoa meus familiares, dá-lhes saúde e paz. Quanto a mim, santo querido, peço seus préstimos, ajudando-me a encontrar um companheiro, um bom rapaz que realize meus sonhos de um lar feliz, abençoado por muitos filhos…

A família até que ia bem, certamente amparada pelo santo…

Quanto ao casamento, nada feito. Ele parecia fazer ouvidos moucos.

Entrava ano, saía ano, e nada de aparecer o príncipe encantado.

Já quase conformada em ser “titia”, viu-se, certa feita, em sonho, diante do grande pregador do Evangelho.

Sem vacilar, cobrou-lhe resposta às reiteradas solicitações.

– Meu santo, tenho feito tudo para merecer suas graças, arranjando-me um companheiro, conforme sua especialidade. Guardo recato. Pouco saio, fugindo às tentações. Só vou à igreja… Comungo diariamente, acendo velas em sua homenagem, repito o rosário duzentas vezes, rogo ardentemente… O que está faltando?

Leia mais: O Santo Casamenteiro

Chico Xavier passava por uma crise de labirintite, que muito o afligia.

Em oração, viu o Dr. Bezerra de Menezes, o generoso Benfeitor espiritual.

Logo apelou:

– Dr. Bezerra, rogo-lhe que me auxilie. Estou passando muito mal. Não lhe peço como gente, mas na condição de besta. Façamos de conta que eu estou fazendo parte de uma carroça de trabalho, para mim preciosa, que é a mediunidade. Preciso voltar para a minha carroça, doutor. Tenha dó desta besta! Como pessoa eu não mereço, mas como besta, quero trabalhar!

E ele, sorrindo:

– Você, besta, Chico? E eu, quem sou?

– O senhor é o veterinário de Deus.

Chico contou este episódio num programa de televisão, quando lhe perguntaram se os Espíritos também apreciam momentos de humor. Destacou que sim, informando que o Dr. Bezerra recebeu com gostosa gargalhada sua observação.

Considerando-se o humor como um estado de espírito, obviamente iremos encontrar, assim como no plano físico, gente bem ou mal-humorada do outro lado.

Diríamos mesmo que um dos detalhes a levar em consideração, quando se pretenda identificar a condição das entidades que se manifestam em reuniões mediúnicas, diz respeito ao seu humor.

Espíritos irritados, agressivos, certamente nos lembram o refrão do samba famoso, de Dorival Caymmi:

Leia mais: Bom humor

{mosimage}Não existe orientação mais segura para o comportamento humano, nem terapia mais eficiente para os seus desequilíbrios, do que a aplicação do código magistralmente sintelizado por Jesus no Sermão da Montanha.

Usando uma linguagem simples, direta, fluente, Simonetti vai apreciando a palavra do Cristo, em mais de 30 capítulos, com esclarecimento e desdobramentos que ampliam o entendimento do incomparável ensino moral legado aos homens. Abordando, entre outros,   os temas divórcio, jejum, oração e prosperidade, enfatiza que o estudo e a conscientização do conteúdo do Sermão do Monte representam necessidade premente para a compreensão da vida e, como conseqüência, para se viver melhor, com mais amor e fé na misericórdia divina.

Autor: RICHARD SIMONETTI
Assunto/Idade: EVANGÉLICO
Idioma: PORTUGUÊS
Páginas: 200
Edição: 7
Ano da edição: 2003
Dimensão: 14X21