Usuários On-line

Temos 2243727 visitantes e Nenhum membro online

Clube do Livro

 
assinar

Eventos

Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Cartão postal e selo comemorativo serão lançados nesta quarta-feira, dia 7.

Os Correios realizam nesta quarta-feira, dia 7, a partir das 13h30min, o lançamento do cartão postal e do selo comemorativo em homenagem ao centenário do nascimento de Francisco Cândido Xavier. O evento ocorre no auditório da Sociedade Espírita Alan Kardec, localizado na Rua Fernando Machado, 883, em Porto Alegre.

O Selo exibe uma foto de Chico Xavier autografando um de seus livros, ao lado da imagem a seguinte frase do médium; "Ama sempre. E quando estiveres a ponto de descrer do poder do amor, lembra-te do Cristo", e como plano de fundo traz uma carta psicografada por Chico Xavier.

Serão 600 mil selos emitidos, com valor de 1º Porte Carta Comercial (R$1,05) e oito mil cartões postais, pelo valor unitário de R$ 1. Tanto o selo como o cartão postal começaram a circular no dia 02 de abril e o prazo de comercialização através da ECT será até dezembro de 2013.

 

O Centenário de nascimento de Chico Xavier foi marcado por uma comemoração fraterna, instrutiva e tocante, no Centro Espírita Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, fundado pelo médium e edificado no local onde se localizava a casinha onde nasceu Francisco Cândido Xavier. Na oportunidade foi inaugurado, anexo ao Centro, o “Memorial do Luiz Gonzaga”. Haviam várias faixas em homenagem a Chico colocadas em diversas ruas da cidade.

A cerimônia de inauguração foi iniciada com uma revoada de pombos defronte ao Centro Espírita Luiz Gonzaga, como uma homenagem e simbolizando “a libertação das almas iluminadas pelo Evangelho à luz do Espiritismo, que por aqui estiveram, ao se desprenderem do corpo físico”. Como lembrança da inauguração da sede definitiva deste Centro, há 60 anos – quando Rômulo Joviano plantou uma árvore -, o ex-diretor Jaques Albano da Costa fez o plantio de uma árvore defronte ao Centro. Houve apresentação do Coral Maria Nunes da Seman de Belo Horizonte.  Em seguida, usou da palavra a dirigente do Centro Célia Diniz que entregou placas de agradecimento a Oceano Vieira de Melo, curador do Memorial, e a Antonio Cesar Perri de Carvalho, como diretor da Federação Espírita Brasileira. Ambos fizeram saudações. Na sequência, o diretor da FEB descerrou, na fachada, o nome do novo Memorial e a sra. Marta Xavier, sobrinha de Chico Xavier e colaboradora do Centro, descerrou placa de gratidão pelo apoio da FEB. Em seguida, iniciou-se a visitação ao Memorial, contendo belas telas sobre a vida, o trabalho de Chico Xavier, principalmente relacionadas com o “Luiz Gonzaga”.

Leia mais: Centenário de Chico Xavier - Comemorações

O Espiritismo está, definitivamente, na grande imprensa. Em sua edição 434, de 11 de setembro de 2006, a revista ÉPOCA trouxe uma ampla reportagem sobre Francisco Cândido Xavier (1910-2002). O médium mineiro foi escolhido, em uma enquete, feita pela Internet, “O Maior Brasileiro da História” e mereceu matéria de seis páginas. Uma comissão de 33 personalidades convidadas por ÉPOCA elegeu o jurista Ruy Barbosa como o mais importante brasileiro da História.

Chico Xavier – O senhor dos espíritos” foi o título da reportagem que ÉPOCA publicou em setembro. Assinada pelo jornalista Ivan Padilla, a matéria apontou Chico Xavier como o maior responsável pela expansão do Espiritismo no Brasil ao impulsionar a divulgação espírita em aparecimentos importantes na mídia, como debates na televisão, entrevistas e até participação em novelas como “O Profeta”, de Ivani Ribeiro.

A reportagem destacou que os diversos problemas de saúde e as dificuldades materiais enfrentados pelo médium jamais o impediram de exercer suas atividades espíritas. Também ressaltou as qualidades morais de Chico Xavier, seu carisma e popularidade, que agradam tanto aos espíritas como aos não-espíritas.

Apesar de algumas informações equivocadas, a matéria de ÉPOCA foi bastante completa: apontou a extraordinária produção mediúnica de Chico Xavier, a multiplicidade de gêneros literários que ele psicografou, sua postura de seriedade, seus gestos de amor ao próximo e sua decisão de ceder integralmente os direitos autorais de seus livros para diversas instituições espíritas. Chico psicografou 412 títulos que resultaram em 25 milhões de exemplares editados.

A pesquisa demonstrou de forma cabal a força e a mobilização dos espíritas na Internet. Na votação para “O Maior Brasileiro da História” realizada pela Internet, foram recebidos 27.862 votos. Chico Xavier obteve 9.966 votos, ou 36% do total. Ficou em primeiro lugar. Surpreendeu, pois seu nome sequer constava na lista da revista: para que ele fosse eleito era preciso que os internautas digitassem seu nome em um campo específico. O médium teve quase o dobro de votos do segundo colocado, o piloto Ayrton Senna. Em terceiro lugar ficou Pelé.

A revista citou que, de acordo com o Censo de 2000, existem hoje no Brasil cerca de 2,3 milhões de espíritas, sem contar os simpatizantes. Dez anos antes, esse número era 40% menor. Os dados demonstram a expansão do Espiritismo no País, em todas as camadas sociais, embora os espíritas sejam o segmento de mais escolaridade e renda da população brasileira. A revista afirmou que as ações de Chico Xavier junto aos meios de comunicação foram decisivas para a popularização do Espiritismo. Entre essas ações estão a participação de Chico, em 1971, de duas edições do programa de entrevistas Pinga-Fogo, na extinta TV Tupi. No primeiro, durante mais de três horas, o médium respondeu às perguntas dos jornalistas sobre temas diversos, alguns bastante polêmicos para a época. No final do programa, psicografou, ao vivo, mensagem espiritual.
Aproximadamente 75% das televisões da cidade de São Paulo estavam sintonizadas na hora da entrevista, que foi reprisada três vezes na semana seguinte e, mais tarde, exibida em diversos Estados brasileiros.

Além da reportagem, os leitores de ÉPOCA puderam ler, no site da revista, textos com a opinião de Chico Xavier sobre diversos temas. Estavam disponíveis, ainda, minidocumentários e a canção “No Céu da Vibração”, gravada por Elis Regina e composta por Gilberto Gil em homenagem ao médium. Na semana seguinte, Chico Xavier foi responsável por 20,2% das cartas endereçadas a ÉPOCA. Este percentual, somado ao de leitores que comentaram a reportagem completa sobre a escolha do Maior Brasileiro da História (25,5%), alcança 45,7% do total de cartas e e-mails que chegaram à redação da revista.

Foi a segunda vez que ÉPOCA deu destaque ao Espiritismo este ano. No mês de julho de 2006, a revista já havia divulgado uma reportagem de oito páginas sobre a Doutrina, intitulada “O Novo Espiritismo”, de autoria da jornalista Martha Mendonça, na qual foram apontados diversos aspectos positivos da Doutrina e do Movimento Espírita. Outra revista de circulação nacional, IstoÉ, também fez reportagem de capa sobre o Espiritismo em agosto deste ano. O título? “Falando com o Além”. Desde 2005, a Doutrina Espírita vem ganhando cada vez mais projeção em jornais e revistas. No ano passado, a maior revista da América Latina, Veja, fez matéria de capa sobre o crescimento do Espiritismo no Brasil. Outras revistas, como Galileu e  uperinteressante, e jornais como Folha de São Paulo produziram reportagens em que mostravam o ponto de vista espírita sobre assuntos como influência dos Espíritos e sonhos. Em agosto de 2006, uma publicação voltada para a Psicologia, Psique, tratou de experiências de quase-morte. Com o advento das novelas e filmes de temática espiritualista, o Espiritismo também passou a ser tratado em revistas de forte apelo popular que se dedicam a assuntos relacionados com novelas de televisão. Segundo levantamento da Assessoria de Comunicação da FEB, desde o ano passado, mais de 80% dessas revistas já fizeram reportagens sobre temas como reencarnação, mediunidade e vida após a morte.

Fonte: Reformador - nov/2006 - página 14-15.